Descobre os benchmarks mais recentes do LinkedIn e obtém insights para otimizar tua estratégia e impulsionar tua presença no LinkedIn.


Se tem uma coisa que aprendi analisando dados de mídia social ao longo do tempo é que, para te manter relevante, ajustes constantes são necessários. O modo como as pessoas interagem com conteúdo está sempre mudando. Mesmo pequenas mudanças de comportamento podem transformar o que é considerado uma boa performance de um ano para o outro.
Por isso, alcançar sucesso no LinkedIn hoje é mais desafiador e estratégico do que nunca. Para te ajudar a identificar novas oportunidades, este relatório de benchmarks do LinkedIn traz insights claros sobre o que está gerando engajamento, impressões, hábitos de postagem e crescimento de audiência neste momento.
Com base na análise de 1,3M de postagens empresariais no LinkedIn, estes benchmarks do LinkedIn te dão a clareza e o contexto que precisas para definir metas informadas, aprimorar tua content strategy e maximizar teu impacto no LinkedIn num cenário cada vez mais competitivo.
No geral, no primeiro trimestre de 2026, o engajamento no LinkedIn ficou praticamente estável.
Looking at the Q1 2026 data, LinkedIn’s engagement landscape remained fairly stable overall, with most content formats seeing only minor fluctuations compared to previous quarters.
For quite some time now, native documents and multi-image posts have consistently outperformed every other content format on LinkedIn, emphasizing that LinkedIn users are engaging most with content that tells a story or delivers value in a more digestible, interactive way.
Whether it’s educational carousels, step-by-step frameworks, industry insights, or personal experiences broken down into slides, users seem far more willing to engage with content that encourages them to slow down, swipe through, and actually spend time with a post.
Veja o que os dados revelaram sobre a performance de cada tipo de conteúdo:

Se tem uma coisa que notei trabalhando no marketing, é que nada fica parado por muito tempo. As plataformas que usamos (e até a forma como as pessoas interagem com o conteúdo) estão em constante evolução.

De vez em quando, as plataformas sociais nos surpreendem com novos padrões e melhores práticas, renovando o tempo todo o que acreditamos ser eficaz para o engajamento.
Analisando os benchmarks de engajamento do LinkedIn deste ano, uma tendência fica clara: as pessoas querem mais conteúdo com substância e profundidade. Mas vamos olhar uma tendência de cada vez.
Para começar, a taxa geral de engajamento do LinkedIn está atualmente em média em 5,20%. Esse dado serve como referência para compararmos quais formatos e estratégias superam a média.

Ao analisar o formato de conteúdo com melhor desempenho no LinkedIn, os documentos nativos lideram, alcançando a primeira posição. Eles apresentam uma média de taxa de engajamento de 7,00% no LinkedIn e um aumento de 14% no desempenho ano a ano.
Os posts com documentos têm ótimo desempenho porque funcionam como ‘valor gratuito’ em uma plataforma onde as pessoas realmente querem aprender. O LinkedIn é uma das poucas plataformas sociais onde o público procura dicas práticas (relatórios, frameworks, templates, etc). Documentos funcionam muito bem porque podem ser baixados. As pessoas podem salvá-los e usar mais tarde (modelos, checklists, frameworks). Além disso, são amigáveis em termos de experiência do usuário. O formato carrossel facilita a leitura. — Julia Holmqvist, Social Media Manager, Semrush
Qual é o principal aprendizado? Usuários valorizam marcas e profissionais que compartilham recursos originais, pesquisas e guias.
Além disso, o que acho especialmente interessante é que a taxa média de engajamento no LinkedIn também aumenta em outros formatos de conteúdo. Vídeos, imagens e até postagens de texto simples geram mais reações—aumentos de 7%, 9% e 12%, respectivamente.
Esse aumento no engajamento no LinkedIn acontece porque a plataforma evoluiu de um espaço puramente profissional para um ecossistema mais amplo de conteúdo. Hoje, as pessoas aprendem, debatem e constroem marcas pessoais ativamente. Ao mesmo tempo, mais criadores e marcas estão vendo o LinkedIn como canal principal de publicações, investindo em storytelling nativo, vídeos e newsletters. Isso mantém os usuários na plataforma e incentiva interações mais frequentes – Dylan Patel, Head of Social Media Management, Born Social
Um tipo de conteúdo que vi gerar mais engajamento no LinkedIn são posts autênticos, sem filtro, mostrando os bastidores. Nós postamos trechos em formato horizontal de 3 a 6 minutos explicando o raciocínio ou o método por trás do nosso trabalho. Acho que as pessoas buscam informação simples e útil. Entregá-la de forma direta, sem tom de 'guru', trouxe um engajamento excelente. — Ian Evans, Social Media Manager, tl;dv
Uma tendência que se destaca nos dados do Socialinsider LinkedIn deste ano é que não existe uma abordagem única para gerar engajamento relevante. Em vez disso, a diversidade nos formatos de conteúdo é fundamental para maximizar a sua performance em diferentes tipos de interação.
As marcas não devem ter medo de adaptar conteúdo de forma consistente para vários formatos. Ou seja, pega nos teus vídeos populares, blogs e outras ideias para social e compartilha em formato de carrossel. Não apostes tudo em um único formato, então continua a usar vídeos, posts só de texto e outros formatos criativos na tua estratégia de conteúdo. Além disso, investe também na criação de templates para o formato documento/carrossel para agilizar o processo de criação. — Casey Smith, Senior Social Media Manager, Slack
E se olharmos mais de perto? Veja o que os números mostraram.

Das páginas de marcas em crescimento até comunidades consolidadas, uma coisa é certa: se o teu objetivo é aumentar curtidas, publicações com várias imagens são a tua melhor aposta. Conforme o número de seguidores no LinkedIn aumenta, a eficácia desse formato só cresce, tornando-o a melhor opção para maximizar interações.
Acredito que, numa era dominada por vídeos rápidos, publicações com várias imagens, ou carrosséis, engajam o público porque ativam aquela parte do cérebro que está sempre buscando MAIS. As pessoas querem histórias, contexto e mais camadas de informação, não só uma imagem ou insight. Carrosséis permitem entregar conteúdo de forma interativa e gratificante. Os usuários podem deslizar e descobrir novos detalhes, visuais e mensagens no seu ritmo. Essa sensação de descoberta mantém o público engajado por mais tempo do que um post único, e incentiva mais interações com curtidas, salvamentos e comentários. — Ivy Mullins, Social Media Manager, Born Social
Memes! Quem disse que são só para Instagram? Tenho visto cada vez mais pessoas (e também marcas) compartilhando memes no LinkedIn, bem específicos para seus setores. As pessoas gostam de se sentir representadas em suas áreas e memes são uma ótima forma de se conectar. — Eileen Mary O’Connell, Senior Social Media Manager, Paramount
Já falamos sobre engajamento — uma métrica essencial ao avaliar a performance no LinkedIn. Agora, vamos focar na outra metade importante: impressões.
Métricas como impressões médias no LinkedIn mostram como o conteúdo se destaca e atinge os usuários. Funcionam como um termômetro confiável da visibilidade da marca e do crescimento de audiência.

Os benchmarks deste ano deixam claro que formato de conteúdo e tamanho da página andam juntos. Para páginas com até 50 mil seguidores, postagens com várias imagens geram consistentemente o maior número de impressões do LinkedIn por postagem. Aposte nesse formato para ampliar seu alcance logo no início do crescimento da sua empresa.
Posts com várias imagens funcionam bem porque dão mais profundidade à história e despertam curiosidade naturalmente. É como virar a página de uma revista, jornal ou livro—cada slide convida o usuário a descobrir o que vem a seguir. No LinkedIn, isso combina com a forma como os usuários navegam na plataforma, muitas vezes entre tarefas ou em intervalos curtos. — Denisa Vlăduță, Senior Social Media Manager
Curiosamente, quando uma página ultrapassa 50 mil seguidores, há uma mudança notável: enquetes se tornam o formato com melhor desempenho para gerar impressões em escala. Essa mudança mostra como é importante revisar as estratégias de formato à medida que sua audiência cresce.
Pela minha experiência, enquetes geram melhores resultados quando a pergunta pode ser respondida pela maioria da sua audiência. Ou seja, não adianta perguntar sobre temas ou produtos muito nichados que ainda não são amplamente conhecidos. Cria enquetes baseadas em conversas orgânicas que tu já viste sobre tua marca, mesmo que pequenas. E pensa em usá-las para receber feedback — pergunta o que o público quer ver de ti. Usa essas descobertas para moldar seu próximo conteúdo. — Casey Smith, Senior Social Media Manager, Slack
O crescimento do branding liderado por fundadores incentiva as marcas a aproveitarem as redes pessoais dos funcionários como peças-chave do ecossistema de conteúdo. Ao vermos líderes compartilhando com mais transparência os bastidores de construir carreiras e empresas, a plataforma naturalmente virou um espaço onde profissionais de vários setores se sentem à vontade para dividir seus próprios marcos e experiências. Espera ver ainda mais vozes no LinkedIn, compartilhando perspectivas que conectam com uma audiência ávida por crescimento e desenvolvimento profissional. — Eunice Cancino, Social & Content Strategist
Depois de analisar o engajamento e as impressões, vamos focar em um formato considerado por muitos como um dos mais fortes na mídia social: conteúdo em vídeo. As maiores páginas do LinkedIn ainda têm o maior número de visualizações de vídeo. Mas o grande destaque deste ano é outra tendência: as visualizações caíram em todas as faixas de páginas, com uma queda média de 36% ano a ano.
O LinkedIn simplesmente não é uma plataforma voltada para vídeos. As pessoas não abrem o LinkedIn para rolar infinitamente como fazem no TikTok ou Instagram. Não existe um motor real de descoberta ou FYP que impulsione vídeos para fora da tua rede, então a dinâmica viral é muito diferente. O LinkedIn foi criado para compartilhamento profissional de conhecimento: posts em texto, insights, documentos, frameworks. Dá para perceber que a plataforma está tentando trazer mais vídeo, mas o produto e o comportamento dos usuários ainda não foram realmente construídos para isso. — Julia Holmqvist, Social Media Manager, Semrush

What’s driving this trend? Rising competition and changing user habits are likely having a strong impact on how video content performs, regardless of audience size.
No cenário atual, experimentar constantemente e buscar abordagens criativas inovadoras é mais importante do que nunca. Diversifica teus content pillars e fica atento às mudanças de interesse da tua audiência para garantir que tua estratégia permaneça resiliente.
Acho que a queda pode estar acontecendo porque muitos criadores trazem os mesmos formatos de vídeo que usam em outras plataformas. Embora o vídeo tenha bons resultados no geral, o público do LinkedIn provavelmente espera algo diferente.
Muito conteúdo segue a mesma estrutura: introdução, valor/insight e CTAs. Essa fórmula funciona, mas está ficando saturada. Como muitos procuram no LinkedIn conteúdos mais profissionais ou diferentes, ver os mesmos padrões de outros lugares pode reduzir o engajamento. — Fernando J, Senior Content Strategist
Ao analisar os benchmarks de frequência de postagens do LinkedIn, percebo outra mudança nos padrões da plataforma. Em 2025, as marcas adotaram uma estratégia clara para postar com mais frequência — principalmente em formatos focados em imagens.
Os números contam uma história interessante: posts de imagem e vídeos tiveram o maior aumento. O conteúdo médio mensal de imagens subiu de 5 para 7 posts. A frequência de vídeos dobrou de 2 para 4 por mês. Até documentos nativos ganharam mais espaço nos feeds, dobrando em média em relação ao ano anterior.

Na minha opinião, essa tendência mostra uma mudança maior. As marcas estão investindo mais em formatos que captam atenção rapidamente e incentivam o engajamento dos usuários.
O crescimento está cada vez mais desafiador em todas as plataformas de mídia social, e o LinkedIn não é exceção. Em 2025, as taxas médias de crescimento de seguidores no LinkedIn desaceleraram visivelmente para páginas de todos os tamanhos. Isso fica ainda mais claro em contas grandes.

Enquanto páginas menores (com 1 a 5 mil seguidores) ainda registraram uma média de crescimento de 24,5%, para contas com 100 mil a 1 milhão de seguidores, o crescimento caiu para apenas 6,4%.
Essa desaceleração é especialmente marcante para comunidades maiores, mostrando que expandir uma audiência já consolidada agora exige mais esforço e pensamento estratégico do que nunca.
As marcas que continuam a ter sucesso — e mantêm uma taxa de crescimento saudável no LinkedIn — são aquelas que seguem se adaptando, analisando resultados e entregando conteúdo alinhado de perto com os interesses da sua audiência.
Atribuo essa desaceleração ao fato de 'carreira como conteúdo' estar se tornando um tema normalizado nos principais canais de mídia social. Usuários estão integrando conquistas profissionais, histórias de carreira e liderança de pensamento em plataformas que antes eram reservadas apenas para momentos da vida pessoal. O aumento do conteúdo gerado por funcionários borraram as linhas entre o aceitável e o evitável ao postar sobre o ambiente de trabalho. Hoje, pessoas encontram oportunidades de emprego diretamente no For You Page ou Feed em plataformas como TikTok e Instagram. O monopólio do LinkedIn como centro de carreiras online está enfraquecendo, pois as conversas e oportunidades de carreira agora ocorrem também em outras grandes plataformas sociais. Os usuários não precisam mais recorrer ao LinkedIn como única fonte. — Bronte Chandler, Associate Director of Social Media, Born Social
As descobertas deste estudo foram baseadas na análise de 1,3 milhão de posts no LinkedIn, coletados de 16.645 páginas empresariais do LinkedIn com presença ativa entre janeiro de 2024 e dezembro de 2025.
Os formatos de conteúdo referenciados nesta análise são os seguintes:
We define LinkedIn metrics as follows:
NOTA: Este estudo contém valores de 2025, apresentados como 2026, porque, no momento da publicação, não havia dados suficientes para análise, já que o ano estava apenas começando. Por isso trazemos atualizações trimestrais, à medida que o ano avança e mais dados ficam disponíveis.
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